O que vejo não é o que existe

Texto: Fátima Pedro | Ilustração: Gisele Caldas

 

Ilustração: Gisele Caldas
Ilustração: Gisele Caldas

Ainda com o conteúdo da palestra do último encontro, cujo tema foi “Vida Plena e Abundante”, reverberando em minha mente e coração, transmito uma parcela muito pequena de tudo o que foi trazido para nossa reflexão e aprendizado.
Escolhi a parte que fala das nossas escolhas. Por quê?
Bem, há umas três semanas atrás, cismei com o livre arbítrio.
Fui ao CODEX e li a Lei:

“Cada ser, cada forma de individualidade, tem a possibilidade de dirigir a sua existência, desde que não viole o mesmo direito de ação que outro ser está exercendo naquele momento. O livre arbítrio está relacionado a cada pequena ação e não a todas.”
“Assim, nisto se incluem as escolhas e as possibilidades, porém, ao escolher uma possibilidade, não se pode violar esse direito, essa mesma possibilidade, em outro ser.”
“Não é possível cuidar de todos os aspectos ao mesmo tempo. É possível ter consciência do que se faz naquele momento e respeitar o direito do outro de exercer o mesmo aspecto.”

Porém, quando um dos pontos trazidos na palestra foi: “as escolhas já existem”.
Pensei: mas, como assim?
Até ontem eu tinha que escolher: “eu quero isto, ou eu quero aquilo”. E, ainda por cima, me responsabilizar pelas consequências das minhas escolhas e agora?
Péra…. Se “as escolhas já existem”, então eu escolhi inconscientemente? Eu não preciso mais me responsabilizar por elas?
Nesta dimensão, onde a dualidade ainda se faz presente, e, consequentemente, ainda precisamos fazer escolhas, temos sim que traçar metas, definir prioridades e buscar no Espaço do nosso coração as indicações dos caminhos que devemos prosseguir. E viver “plena e abundantemente” a forma que escolhi. E, também, respeitar o direito do outro.
Sinto que é, realmente, chegado o momento de acordarmos “plena e abundantemente” para a nossa realidade. Esta existência, a meu ver, nos traz, talvez, uma das maiores oportunidades de reflexão e entendimento sobre a nossa existência, sobre a nossa origem. Estamos, apenas, iniciando um ciclo que nos levará, na medida que nos empenharmos e nos dedicarmos, à compreensão de “tudo o que há”.

“Quando decidimos por nos individualizarmos, partindo da Fonte, onde o nosso sétimo corpo foi criado, fomos criando esferas, com o objetivo de buscarmos o nosso desenvolvimento, percorrendo este “tudo o que há”, e, portanto, o que estamos vendo não é tudo o que há.”

Como nos foi instruído:

“O caminho de escolha é total e absolutamente livre. A sua individualização “vai se ligar numa frequência não utilizada e trazer para a sua consciência e ela passa a existir.”

E vamos seguindo – aqueles que encontram-se despertos, com a certeza das possibilidades incríveis que temos à nossa frente – nesse “tudo o que há”, escolhendo viver “plena e abundantemente” o melhor momento desta existência.
Seja LUZ!
Toda luz em cada Agora!


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11 thoughts on “O que vejo não é o que existe

  1. ❤ Gratidão, Queridas por esta reflexão maravilhosa em texto (Fátima) e imagem (Gisele)… Suas lindas. Esta sincronia me fascina. Nasce de corações unidos no amor. ❤

  2. Depois de assistir a palestra e ler seu texto faço uma profunda reflexão: Até onde vai nossa capacidade de bloquear nosso próprio progresso por teimosia e por estarmos tão arraigados à nossas crenças . É vital compreender os principios de nossa mente. Nós só poderemos entender tudo isso quando trancendermos ás dimensões de percepção e experiencia mais elevadas.

  3. Fátima, é muito bom ler teus artigos.
    São tão acolhedores e sábios.
    “Penso” e “Sinto” que esta palestra é um divisor de águas em nossas vidas.
    Ofertando a oportunidade de um novo entendimento por meio das reflexões ,desde que “ acordemos para novas escolhas conscientemente” e respeitemos o direito do nosso semelhante, estaremos vibracional mente aptos a novas escolhas para acolher, viver, compartilhar de tudo o que há, e com o compromisso de cada dia vivido ofertarmos o nosso melhor . Ao “ acordarmos os nosso corações” faremos novas escolhas para uma vida plena e abundante . Grata

  4. Sim, nossas escolhas influenciam e mudam nossas vidas , mas a do proximo ,achei mais forte , pois refletindo em todas minhas inumeras mudanças ,sempre observei o qto eu mudei a vida de tantas pessoas nestas mudanças ,umas para melhor ,outras ,deviam ter me acompanhado.
    Fatinha …que palestra perdi..eu sabia …

    • Pois é, querida Monica… a palestra foi profunda e levou- nos à muitas reflexões! 😉

  5. Partindo-se da premissa de que o tempo como conhecemos não existe, mas sim é vertical e não horizontal, tudo o que aconteceu acontece e vai acontecer, está acontecendo Agora.
    E isto quer dizer, quando escolhemos antecipadamente em agradecimento, o que seria nosso “futuro”.
    Sim, se não gostar do que escolheu, pode escolher outra vez, ilimitadamente.
    Todos os Mestres que passaram por este mundo fizeram isto. E sempre disseram, que um belo dia fariam muito mais do que fizeram.
    Particularmente, chamo de bumerangues. Se o que lançou não foi bom, lance outra vez.
    Porque nestes tempos em que o tempo passa cada vez mais rapidamente, mas rapidamente Acontece!

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