A medicalização silenciosa da infância na era dos algoritmos: o que estamos normalizando?

A medicalização silenciosa da infância está transformando comportamentos e emoções comuns de crianças em possíveis “transtornos” a serem corrigidos por protocolos, diagnósticos e, muitas vezes, medicação. Em vez de priorizar escuta, contexto, vínculo e desenvolvimento integral, escolas, famílias e sistemas digitais passam a olhar a criança como um “caso” a ser enquadrado em critérios externos de normalidade. O artigo discute como esse movimento afeta a soberania psíquica das crianças, reforça o controle disfarçado de cuidado e ignora fatores como ambiente, estilo de vida, sensibilidade e espiritualidade, propondo uma mudança de paradigma: menos rotulação e mais presença, discernimento e respeito à singularidade infantil.

O Gran Finale!

Em tempos realmente sombrios, de ódio, dualidade, polaridade, intolerância e ego se impondo descontroladamente – ou controladamente, como queiram, uma vez que escolhemos o que pensar, sentir, dizer e fazer! – a parte final do Codex Comentado é, além de auto-explicativa, um “tapa na cara” dos caminhantes desatentos.