Tudo o que eu perdi em 2014

perdi

Ilustrações Gisele Caldas

Fim de ano chegando, hora da retrospectiva!

Gosto de fazer isso e entendo que esta data é marcada à revelia da natureza, do planeta e do próprio Universo, mas o coletivo tem lá suas vantagens e uma delas é marcar horário para a gente parar para pensar. Antes, eu até me rebelava; hoje, eu aproveito toda e qualquer onda que facilite a minha caminhada. Aproveito Páscoa para renascer e Festivais de Luzes para trazer a tona algum brilho, assim como Natal para me conscientizar do Amor Incondicional e Dia da Pizza para me irmanar a todos os comedores dessa delícia. Se precisamos disso, não sei. Se podemos aproveitar, sou prova viva…

E volto ao segundo dia de 2014, o ano que para mim, será considerado como “O Grande Ano da Perda”. De cara, aos 48 (nesse caso, horas) do primeiro tempo, perdi meu IPhone. Tenho que citar que era um IPhone e não, qualquer telefone. E não estou, com isso, dizendo que não gosto de outros celulares, plataformas, ou modelos, mas explico que optei há muito tempo por produtos dessa marca por “n” motivos e até perdê-lo, não tinha a menor noção de como era dependente, não de um celular, mas de um… iPhone!

Eu estava na praia… E estava sem grana para extras… E não tinha seguro… E a possibilidade de comprar outro me parecia tão remota que depois de alguns dias desisti e tirei da gaveta de coisas pra lá de velhas um celular tão arcaico que comprei o carregador num brechó de quinquilharias tecnológicas. Ele não tinha internet, nem câmera, não se conectava às redes sociais e tinha apenas a função telefonar e armazenar contatos. Cem contatos, mais exatamente.

Perder aquele iPhone deu início à saga de 2014, período em que perdi e aprendi a perder e pude, dia e dia, readaptar o meu mundo particular às vantagens da perda.

Mas é claro que perder é bom! Só depende do que você está perdendo e de como encara isso, sem o “Jogo do Contente” da Polyanna, mas com o “Jogo da Consciência”, do Universo.

Certo, perdi o celular e na sequência, limpei minha agenda, afinal, cem contatos são cem pessoas com as quais você pode contar, ou precisa contatar. “- Como assim, eu pensei?” Não cheguei a usar toda a memória. Conheço milhares, literalmente, de pessoas, mas só posso contar com menos de cem. Isso é perder, ou é tomar consciência de quem verdadeiramente está contigo? E por causa disso, perdi a urgência de controlar tudo e em comum acordo com os diretamente envolvidos, reafirmei o meu desejo de delegar o máximo possível e reorganizamos as atividades de modo a que andassem, com ou sem minha presença física. Os muito menos do que cem da minha agenda do “velho telefone velho” me representam! UAU! Parecia bom e suficiente, porém, era só o começo…

Entre janeiro e fevereiro, perdi chaves de casa, do carro e da gaveta do escritório que acabara de ocupar. Ah! E um pé de sapato. Não me pergunte como, o fato é que um sapato de um par que eu amava, desapareceu. (Muito tempo depois, descobri que o outro pé estava na praia e eu achava que era o mesmo, porque sempre faltava um, não interessava onde eu estivesse, se em São Paulo, ou em Itanhaém. Nunca me ocorreu verificar se era o esquerdo, ou o direito que eu estava vendo). Isso aconteceu com um par de brincos e com a uma das lentes de um óculos escuro – que eu acabei perdendo inteiro, em junho. Havia uma pista a respeito de pares, porém, só atinei que precisava pensar nisso quando por impulso coloquei o pé da sandália órfã na mala que fiz para ir à praia e dei de cara com seu companheiro, quando cheguei lá. Não fiquei alegre como esperava, fiquei curiosa quanto ao motivo de ainda estar ligada a algo que não tinha a menor utilidade, sozinho, enquanto olhava para o casal, tão feliz pelo reencontro… Sapatos, aqueles que nos levam a algum lugar… Brincos, pregados ao nosso meio de ouvir e uma lente… Tudo fez sentido! Eu precisava rever meu movimento, minha escuta e meu olhar e, principalmente, precisava entender porque sempre tivera tanta necessidade de manter coisas/pessoas juntas, ligadas, atadas, “carregando”  inutilmente uma delas, por hábito, impulso, pena ou piedade. Apego, quem sabe. Muito provavelmente, ego, tenho que reconhecer.

Mas em março o roteirista de minha jornada anual teve um surto e me levou ao ponto de virada digno de uma trama de novela. Perdi minha carteira.

A história registrada nos livros policiais disse que eu estava no supermercado passando as compras no caixa, pagando e guardando tudo nas sacolas, depois de um dia de treze horas de trabalho. Distraída, não vi que alguém retirou sorrateiramente a carteira da minha bolsa. Nela, descrevi na delegacia, estavam todos os meus documentos, o cartão do banco e o modem da minha operadora para me conectar à internet. A história cósmica constatou o que segue: “essa pessoa precisava saber quem era, além do que lhe falaram que era e para isso, sua prova de identidade terrestre saiu de seu raio de visão”.

Claro que a gente sabe quem é quando está sem o RG! Mas pergunto a você e peço que responda honestamente: você sabe quem é, além do seu RG?

Andei com o Boletim de Ocorrência o tempo necessário para não ser pega numa blitz. Protelei o máximo possível para refazer os documentos e enquanto isso, me perguntava o que faria se tivesse o poder de escrever qualquer informação que quisesse nos formulários. Eu queria os mesmos pais do registro, mas eles poderiam ter se conhecido no Canadá, por exemplo, e assim, eu nasceria em outro país? Queria ter quantos anos? De que cor eu sou, com certeza? Qual é esse parâmetro? Qual é meu estado civil, uma vez que não sou casada “no papel” com o único homem que consideraria como companheiro de eternidade? Minha Carteira de Habilitação poderia ter aval para dirigir caminhões? Eu combato o voto obrigatório, por que tenho que tirar o Título de Eleitor?

O protocolo diz que as autoridades precisam saber quem somos… Pouco se diz do que nós devemos saber sobre nós mesmos e, principalmente, nada se diz sobre o que podemos escolher! E eu queria poder escolher. Ou será que já escolhera? Como é isso? Perdi, então, certezas.

Em abril perdi o respeito, definitivamente. Essa perda começou em dezembro de 2013 e foi se avolumando, até a perda total. Algumas pessoas que me eram caras e as quais eu respeitava, profundamente, deixaram de fazer falta e o coração não doeu. Era tudo necessário e eu já sabia. Perdi a dúvida. Ufa! Se eu soubesse que era tão bom perder o respeito teria feito isso antes, o que acabei fazendo, no decorrer do ano, em várias ocasiões.

Em maio perdi o ânimo. Estava com toda a lenha na fogueira para realizar um projeto e vi os entraves representados por bilhões de salamaleques, papéis e protocolos, o que me transformou num bolo sem fermento, numa cerveja quente na mesa de Copacabana e num bocejo de gato entediado ao olhar um humano guardar as compras na geladeira.

Em junho e julho perdi o rumo, porque depois de tantas perdas significativas, precisava reformular a rota e traçar um segundo semestre mais digno da minha permanência no planeta.

Ganhei uma vida extra com pílulas mágicas de vitamina M de motivação e fui à luta… Apenas para descobrir que nem havia me dado conta de quanto tempo perdido eu acumulara naquela altura do ano. Algumas coisas não puderam ser retomadas e outras tinham que esperar. Perdi a Copa também. Mesmo no coletivo, está na minha lista, porque pessoalmente, perdi o bolão…

Em agosto encerrei o contrato do emprego fixo, e consequentemente, perdi uma entrada de dinheiro certa. Mas tinha meu trabalho em paralelo. Rá! Contudo, perdi um prazo. Essa perda me levou a perder um cliente importante e com o tempo vago olhei mais de perto para as situações externas e grupais que me evolvem e sabe o que aconteceu? Perdi a fala. Quando percebi o tanto de energia empregada em maledicência, fofoca e mesquinharia que algumas pessoas são capazes de arquitetar para estragar com o propósito de um trabalho ou com a reputação de individualizações, fiquei muda. Eu muda, psicologicamente e em seguida, com a temporada de gripes – duas na sequência – fisicamente. Perdi a voz, aquela que faz a gente conseguir se expressar oralmente, a minha preferida, sabe?

A bênção de ficar muda é que o diálogo interno se intensifica e pude, finalmente, terminar um trabalho engavetado. Uma semana de paz escrevendo e retirando toneladas de pensamentos que dentro da cabeça, não se juntavam, mas em laudas faziam sentido. Perdi a preocupação de nunca conseguir registrar aquelas ideias. Livre, enfim, disso!

O início de setembro me fez perder a linha. Uma situação pra lá de desgastante começou a tomar forma e tive que pegar as rédeas do caso e expulsar alguns demônios arquetípicos. Perdi também a ingenuidade e perdi a compostura. E descobri como sou lenta para perder a paciência, como é da boca para fora que esbravejo, como tenho a tendência a achar que tudo se resolverá sem a minha intervenção, em se tratando da minha própria vida. Ah! Como foi maravilhoso perder isso.

Em outubro perdi a esperança de uma mudança consistente e vários contatos. Estava na hora de fazer uma limpeza e a vibração externa e coletiva se encarregaram de me dar uma ajuda. Ficou claro que não preciso me relacionar com quem pensa diametralmente ao contrário de mim e que por outro lado, posso respeitar opiniões diversas e mesmo assim, abrir mão de me aborrecer, ou seja: “pense o que quiser, enquanto eu faço o mesmo”. Minha necessidade de “juntar, agregar, embolar”, tudo diplomaticamente e com o mínimo de atrito, diminuiu consideravelmente e isso me deixou leve. Tão leve que… Tcharan: perdi três quilos! Curiosamente, me surpreendi por considerar, ainda mais, algumas formas diversas de pensar e aumentei a semelhança com vários diferentes.

Em novembro perdi o medo de assumir um papel austero em relação à situação de setembro. Intensifiquei minha cara fechada com quem precisava e firmei o pé, não arredando um milímetro das decisões tomadas. O que era indecisão virou coragem e a estrada se abriu. Perdi o resto dos planos traçados para este tempo e este espaço e saí de mãos dadas com os companheiros de essência de minha existência em busca de novas perspectivas. Sim, achamos a trilha e sim, não foi difícil.

Entre o final de novembro e os primeiros dias de dezembro, perdi as senhas dos sites e das contas de email do Movimento e a conta do canal do YouTube. Contei isso publicamente, de passagem, sem me aprofundar, e só depois de resolvido, mas fomos hackeados e vi três anos de trabalho nas redes sumirem enquanto dava ESC na tentativa de acordar do pesadelo. Sabe o que aconteceu? NADA. O que qualquer assinante normal demora, no mínimo, cinco dias para recuperar pelos protocolos do Google, conseguimos em três horas. A impressão que tive, ao reler e verificar as trocas de mensagens com o Google, foi de ouvir assim: “- Pode ir dormir que a gente resolve!” E foi o que fizeram. Perdi a confiança na minha memória e realizamos backup de tudo, inclusive, iniciamos o projeto de transcrição de todas as gravações dos quase 15 anos de trabalho com as comunicações. Era preciso perder isso para perder também a procrastinação e iniciar o registro de toda a nossa história, que não é nem pequena, nem inconsistente, nem etérea.

O ano não acabou e ainda tenho fé que poderei perder, nesses termos que contei, mais entraves e obstáculos, até porque, muito mal comparando com a história de Jó, recebi de volta o que perdi, em dobro. Inclusive o Iphone e agora ele tem seguro e posso perdê-lo mil vezes, o que é totalmente dispensável. Não preciso mais daquelas chaves e os óculos foram repostos por um modelo que fica bem melhor… O brinco do par desmaterializou mesmo, mas quem precisa de um brinco quando ele se transformou na cafeteira dos seus sonhos? Quanto a tudo que estava desalinhado, isso voltou em forma de perspectivas e novas ideias, novos seres, novas sementes, novos projetos e novos acordos.

E arrematando tudo o que consegui refletir: nada do que era de verdade, essencial, indispensável, foi perdido. Tratava-se apenas da ilusão da posse/controle, que quase me cegou.

Nesse momento, escrevo em meio a um aparente “caos logístico do bem”, o qual escolhi e só darei notícias oficiais no ano que vem. Esqueci-me de dizer que perdi a necessidade de me explicar, apesar da vontade de compartilhar ter aumentado!

Não houve, nos 44 anos de minha vida, um ano tão generoso para o meu crescimento pessoal quanto esse. Eu esperava que acontecesse em 2013, logo depois da Transição, mas o Universo é tão maravilhoso que me deu tempo para fixar os princípios que fizeram a diferença para o meu entendimento de tudo o que ocorreu. Se não fossem as leis do Códex… Se não fosse o alinhamento energético… Se não fosse o Amor verdadeiro em forma de respostas automáticas a cada pulsação no Espaço do Coração… Se não fosse a família de alma, de escolha e da mágica genética que me compôs que percorreu comigo a mais louca corrida de revezamento com troca de bastões da minha história… Se não fossem os amados irmãos de jornada de todas as Dimensões… Se não fosse a Fonte me dizendo a cada instante:

– Longe do Medo, perto do Amor… Veja o quadro todo. Somos Um e o Mesmo. Tudo o que você está perdendo e parece ser separado é apenas uma coisa… O que é? O que é? Pense, entenda, utilize o que guardou em seu coração.

As lições que as perdas me trouxeram foram intensivas, aceleradas e dignas do caminho que escolhi, um caminho de liberdade, consciência e transparência, que muitas vezes neguei por conveniência, resistência, ou pura preguiça. Não mais.

Nunca mais, depois de 2014, conseguirei engolir um remédio amargo, não sem ao menos espernear, que dirá rejeitar, transformar, ou transmutar!

Nunca mais tomarei a perda como vilã, nem ficarei como idiota tentando entender porque quando um carro se estraçalha e a seguradora o repõe, existe uma palavra no processo que se chama PRÊMIO…

Tudo o que saiu da minha frente só teve uma consequência: revelar a Luz, em Mim, no Outro e no Todo.

Resumo da ópera: passei de ano, sem recuperação e estou com a mochila arrumada para 2015. E sabe do que mais? “Caímos” na mesma sala e teremos mil aventuras novas!

Então, tá. Aproveite as férias e enquanto isso, sobretudo…

Seja Luz!

Em tempo: caso você esteja passando por uma cabine de Achados e Perdidos e encontre algo que me pertencia em 2014, por gentileza: não devolva. Agradeço. 😉

14 Comments
  1. Simplesmente lindo! Gratidão pelo texto!!! Ele vai me fazer pensar por um bom tempo e rever meus “perdidos” que também não quero achar mais! Passei por essa lição também e minha sensação foi a mesma: Ufa! Não doeu! A liberdade existe!

    Sejamos Luz!

  2. Ale, que jornada… E que reflexão cristalina… Grata por você existir na minha vida em forma de amor verdadeiro e no bullying de sempre rsrs . Um 2015 abençoado com toda a Luz que irradia deste seu chacra tímico mais lindo, a você e aos Irmãos do coração.

  3. Muito bom… perder muitas vezes, é ganhar coisas, situações, pessoas e oportunidades muito melhores…Enquanto lia, fazia também uma reflexão sobre todas as minhas perdas e ganhos deste ano. Também não quero nada do que perdi. Gratidão a você por esse compartilhamento e a Fonte por viver esse agora.

  4. Reply
    Luciana Akassaka 15/12/2014 at 11:08 AM

    Sem palavras para agradecer e explicar a Emoção que me invade! Somos Um e o Mesmo, de Verdade!

  5. O que dizer de um texto como esse?? Brilhante e reluzente, perder para encontrar e agradecer. Alestatico!!!!Gratidao por compartilhar seus perdidos e achados.

  6. Reply
    Gustavo Andriewiski 15/12/2014 at 11:56 AM

    Bem que eu te achei mais leve na ultima reunião! Adoro ler seus textos. Refletem o seu ser com intensa verdade e ao mesmo tempo com extrema leveza, como alguém que acaricia a nossa alma e toca o coração. Seja Luz Alê, cada vez mais!

  7. Reply
    vanessa B. Maya de omena 15/12/2014 at 8:40 PM

    Um ano de muitas perdas e ganho. Colocando na balança,a exemplo do que você narrou, tudo o que perdemos é na verdade as lições que precisamos para evoluir com nossos dons. Valeu por compartilhar.

  8. Querida Ale, perder é modificar situações. Todas suas perdas a transformaram significativamente. Nesse período de tempo, enquanto tudo se movia num ritmo próprio, você pode provar os diversos sabores da vertigem da montanha russa que tomou conta da sua vida. Sabiamente você caminhará mais leve, com a bagagem esvaziada! Te amo muito!

  9. Bela reflexão! Na verdade, tudo é empréstimo da Fonte, para nossa evolução. Nada ´nos pertence! Assim sendo, chego a conclusão, que nada perdemos!
    Abração de luz, Alê querida!

  10. Reply
    Cristina V Haas 16/12/2014 at 1:35 PM

    Sim! mais leve e há sossego em sua presença amorosa. Gratidão. Amo voce Alê! Luz.

  11. Mas olha só…Sabe o que perdi com esse artigo?A impressão de que você,Alê, era imune a essas coisas do dia a dia de cada um de nós.Por me mostrar o caminho da Era de Cristal , eu achava que ..bem,você estava acima dessas coisas..rssr .Grata por me explicar, mais uma vez, que somos um e o mesmo.Feliz Natal de Luz!

  12. Tomei a liberdade de compartilhar seu texto. Prazer em conhecê-la!

  13. Reply
    Godila Fernandes 17/12/2014 at 1:46 PM

    Tbm passei e passo por perdas, transformações, limpezas de uma vida cármica intensa e que desaforavam para não sair. A ausência de muitas e muitas pessoas, inclusive filhos, no intuito de perder o famoso apego. Quando perdi as estribeiras com o mais novo, 29 anos,meu útero contraiu-se numa dor, igual a de quando eles mamam pela primeira vez, uma cólica uterina. E já havia sentido o mesmo com o mais velho, 31 anos… cólica, a mãe despedindo-se para deixar, mesmo que brigados, os filhos alçarem voos. Solidão em momento algum senti. Apenas um vazio de propostas e senti ter que me preencher novamente o mais rápido possível… Retomei num rumo mais lento, pesado e cheio de dor muscular, o passo da jornada. Sorrio do que passou. O filho apesar de distante, o mais novo, fala comigo o necessário. Sinto que ele não consegue desapegar, mas já foi pior. Meus grudinhos em jornada individual, longe da opinião muito repressora da mamãe. Repressora, claro, com relação às noras, rsrsrsrsrs! Também não perdi, houve uma troca de situações que mudaram rumos e trouxeram novas perspectivas e a certeza de nosso amado Pai, estar dando-me colinho, o tempo todo. Gratidão a todos, a tudo e ao nosso Onipotente, Onipresente e Onisciente Criador. Gratidão Alê, já sei que foi uma onda, que outros, tbm passaram e que há um grande propósito nisto e sinto-me feliz por ter sido escolhida pra esta reforma, inclusive, física… Beijos Alê e todos os amigos que tenho aqui. Linda Luz que somos!

  14. Lendo este texto lembrei como vc se stressou qdo perdeu seu iphone e sua paciência também com tudo e eu chorei por você , pois via tudo e não podia te ajudar . Que bom que tudo passou , sim , foi um ano muito intenso mesmo , mas quem tem 11000 mil amigos passa por muitas coisas né, espero estar com você no próximo e no próximo.e em todos que vierem …Love You Alexandra .

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