Tempo de Maestria

tempoNestes últimos dias tenho falado muito sobre o tempo, tanto nas terapias, quanto nos meus assuntos pessoais.

Apesar das diferentes conotações para cada situação, uma ênfase sempre se faz presente: o tempo está passando muito depressa!

Vocês já se deram conta de que estamos no oitavo mês do ano?

Mesmo aqueles que não mais frequentam os bancos escolares, de qualquer nível, sentem nessa volta às aulas a pressão do encaminhamento em direção ao final de mais um ano.

E é justamente nesse momento que costumam surgir as perguntas que mais nos angustiam:

  • O que consegui fazer de tudo aquilo que planejei no início do ano?
  • Será que vou conseguir atingir a meta a que me propus?
  • Por que continuo deixando para mais tarde, ou para amanhã, ou para a semana que vem, ou para o mês que vem, o início de tarefas que deveriam ter sido feitas ontem?

E assim, de pergunta em pergunta, na maioria das vezes, sem resposta, vamos deixando os dias passarem…

Postergamos ligações, encontros, reuniões e afazeres, sempre em nome e com a desculpa da falta de tempo. E ele continua sua caminhada, sem se importar com as nossas queixas!

Fico imaginando como seria, se o tempo parasse para nos dar mais uma chance.

Acho que ainda estaríamos saindo da Idade da Pedra, envoltos nos nós dos primeiros tacapes recém confeccionados.

Mas, como o Tempo é implacável e nāo tem ouvidos, vai nos mostrando, com sua trajetória, o quanto é importante nos movimentarmos para que continuemos vivos e operantes…

Quem nunca ouviu a expressāo “FULANO FICOU PARADO NO TEMPO”?

Isso mesmo, essa criatura parou de acompanhar as informações que passaram por ela e que sumiram junto com o tempo.

Além disso, como informaçāo carrega  energia, geralmente essa individualizaçāo apresenta sintomas de um quadro de desânimo, de falta de vontade, de inércia, que pode se aprofundar e dar origem à depressāo, somatizando no corpo físico  (logicamente que em combinaçāo com outros distúrbios, cujos fatores nāo me sinto com autoridade para abordar) aquelas  mazelas que se originaram na mente.

Portanto, nossa atitude em nos mantermos em movimento, tanto físico, quanto mental, nos auxilia a evitar a sensaçāo de que o tempo passou e nāo fizemos o que pretendíamos.

Vamos aproveitar a volta às aulas para relembrar os nossos anseios e concluir os nossos projetos. Vamos nos recordar dos nossos sonhos e trabalhar no sentido de torná-los viáveis. Vamos colocar a nossa maestria naquilo que sabemos fazer bem e divulgar para os outros a nossa excelência.

Tenho certeza de que poderemos realizar muito daquilo pretendido e, para os que nāo tinham planos, nem metas, ainda dá tempo de arregaçar as mangas e sair do marasmo, da zona de conforto, do padrāo do medo de se arriscar para concretizar seus sonhos.

Nem sempre precisamos de grandes obras, de trabalhos importantes, de metas mirabolantes… Na maioria das vezes, a felicidade está em atingir a satisfaçāo íntima, a luz mais brilhante que habita o âmago do nosso ser. E para isso precisamos apenas da nossa vontade e da nossa persistência  no movimento da energia que somos e que nos impulsiona a viver com alegria.

E concluindo, deixo um trecho com as palavras do Mestre Jesus, no Sermão da Montanha:

“… vós sois a luz do mundo. Nāo se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estāo em casa.”

Seja Luz!

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