"São aproximadamente 400 entre nós": extraterrestres, por quem conviveu com um deles

Nunca a verdade esteve tão exposta como agora nesse tempo que antecede a chegada dos irmãos das estrelas”  – Domingos Segunda Feira

Domingos Segunda Feira

Domingos Segunda Feira, autor do livro: Roswell – Um Sobrevivente

Foi por causa de um vídeo colocado no grupo Era de Cristal do Facebook que me lembrei que sempre quis conversar demoradamente com Domingos Francisco Martins Araujo, o Domingos Segunda Feira, “amigo de Facebook” desde dezembro de 2014 e autor do livro Roswell – Um Sobrevivente.

Na época do lançamento, acompanhei os vários posts e entrevistas, e sempre que pensava em mandar uma mensagem acabava por me perder no mar de inputs das redes sociais e dos afazeres diários. Resultado: acabei por não perguntar nada do que queria, até que começamos uma conversa compartilhada, no grupo. Dali surgiu a entrevista que você lerá neste artigo.

Ufologia é um de meus assuntos de predileção desde muito pequena. Pessoalmente, tive duas experiências físicas, públicas, testemunhadas e reais — no terreno da realidade da 3D mesmo! —, ambas sem muito alarde familiar, porque todos os mais próximos sempre viram como comum o contato com outros povos estelares e “loucos”, para os padrões de minha família, eram aqueles que nunca tinham visto nenhuma nave, entendido esse sistema de visitas ou acreditado que estamos sozinhos no Universo!

Ao longo dos anos, conheci muitos casos relatados por pessoas acima de qualquer suspeita e confesso que quase, quase mesmo, imaginei que pudesse me dedicar às pesquisas, como fazem os ufólogos. É aí que chego ao ponto importante desse papo com o Domingos: existem duas vertentes bem claras no caminho de aproximação com outros povos estelares: a preparação objetiva para chegada material e a modificação interna que nós, os anfitriões, precisamos fazer para que se aproximem sem reservas.

E é nesse segundo ponto que o trabalho que fazemos no Movimento Era de Cristal e Unaversidade se encontra com a ciência da Ufologia. Todas as mensagens que recebemos — e no fim das contas, os processos e direcionamentos dados por nossos irmãos cósmicos —, apontam para um desenvolvimento em padrões universais, não somente nos moldes do que já estabelecemos aqui na Terra.

E foi com esse viés que defini a pauta de nossa conversa, com a mesma pergunta de sempre, em mente: “Estamos preparados?”

Unaversidade: Como podemos chamar esse seu amigo extraterrestre? Ele tem um nome além do nome Terráqueo?

Domingos: Sim, em seu planeta seu nome era Joan; aqui na Terra, Dom Chico Boava.

Unaversidade: Ele conviveu com você vários anos e passou muitas informações interessantes e técnicas sobre o funcionamento dos sistemas e universos, tecnologia, etc, mas o foco desta conversa são os aspectos relacionais. Quais são as principais diferenças de comportamento entre Terráqueos e Humanidade (termo usado para designar a procedência de Joan)?
Domingos: Bom  ele chegou aqui com idade equivalente a 12 anos, de um adolescente daqui e claro, absorveu nossa cultura e condicionamento comportamental; o comportamento era basicamente comum e igual ao nosso, com a diferença de que seu estado de espírito jamais oscilava, era de uma paciência invejável….
Unaversidade: A Humanidade tem um tipo de proteção sobre os Terráqueos da Terceira Dimensão. Por que deveríamos ser protegidos? O que os Terráqueos têm de especial?
Domingos: Primeiro porque somos seus descendentes regredidos, pois quando nossos antepassados foram trazidos para cá — e isso como norma, pois a Terra foi um planeta prisão que no início recebia apenas prisioneiros de um povo, os da Humanidade da galáxia e a seguir, passaram a receber hordas de assassinos da raça Klemer, que também aqui foram descartados — eram tidos e mantidos como degredados, pois ao longo de centenas de gerações, teriam a chance de melhorarem sua índole e nesse caso, seriam resgatados e levados a cumprirem suas penas em planetas onde a cultura estivesse pouco mais evoluida e isso ocorreu com um prisioneiro de nome Elias, citado em nossas histórias. Segundo, porque a vida humana é raríssima neste braço helicóide da galáxia e preserva-la é a máxima adotada por eles, da Humanidade.
Unaversidade: Quais são os valores que pautam a sociedade da Humanidade, nos vários planetas em que habitam?
Domingos: Valores morais, cujo princípio seja a preservação da vida e do meio, bem como os de cunho humanístico baseados em uma sociedade livre, totalmente solidária, onde os homens primam em serem iguais.
Unaversidade: Quais são as principais metas de desenvolvimento dos terráqueos, perante o plano geral?
Domingos: Que a humanidade da Terra atinja em breve o conceito moral e cívico de um povo apto a interagir com eles, em todos os níveis, inclusive os de cooperação operacional nas centenas de milhares de vagas que eles dispõem em suas operações e atividades em muitos planetas extrativos de minérios radioativos.
Unaversidade: Você teria ideia de quantos seres como seu amigo estão convivendo conosco neste momento aqui na Terra?
Domingos: Sim. tenho. Há, segundo o que sei, um número próximo a 400 deles, aqui.
Unaversidade: E se por acaso encontrássemos com um deles… Como poderíamos reconhecê-los?
Domingos: Não há meios conhecidos para tal, pois em aparência e fisiologicamente são tão humanos como nós.
Unaversidade: Na sua opinião, estamos preparados para um encontro massivo com a Humanidade, ou com outros seres externos ao planeta Terra? Que grau de desenvolvimento pessoal e coletivo precisaríamos alcançar para conseguirmos conviver normalmente com seres extraterrestres?
Domingos: Creio que atualmente não estamos em condição de interagir com eles pois seria nescessária muita abnegação e disso, eles mesmos tratarão de introduzir aqui em áreas escolhidas, em comum acordo conosco, onde a interação ocorrerá lenta e progressivamente, até o comum ser atingido e pode levar anos para que isso ocorra.
Unaversidade: Em algum momento, seu amigo deu algum conselho para você que servisse ao caminho de desenvolvimento dos Terráqueos? Qual seria?
Domingos: Veja, pessoalmente, tenho regras e normas, mas em meu trabalho entregue ao público em forma de um livro, ele salienta que os acontecimentos futuros providenciarão os requisitos para que nossa humanidade atinja a maturidade suficiente, pois ainda somos vistos por eles como um planeta pré-civilizado.
Unaversidade: O que mudou na sua vida depois desse encontro, além, é claro, de todo o conhecimento que lhe foi passado?
Domingos: Acho que ganhei um humanismo às vezes exagerado aos dias atuais; às vezes, rigoroso de conduta e às vezes, indiferente a qualquer apelo emocional…
A isso seguiu-se uma longa conversa, com detalhes a respeito de tecnologia, experiências, meios e agências internacionais e ele relatou o mesmo que está escrito no próprio site, como abertura do livro:

Dom Chico Boava, quando ainda em seu planeta, se chamava Joan.

No planeta Buda os adolescentes iniciam sua formação profissional com idade equivalente à nossa de 12 anos.

Joan era um cadete, aspirante a Comandante de Java de transporte.

Durante seu treinamento em uma Java (nave interestelar), vieram para o nosso sistema solar em uma pesquisa. No trajeto, já nas imediações da Terra a Java foi ejetando seus Eli (outro tipo de nave interestelar) de pesquisa. Permaneceram à bordo apenas Daro que era o comandante da Java, Alas um comandante de Eli escaler, e Joan, cadete e aluno de Alas.

Em um determinado momento houve uma pane na Java e ela precisou ficar estacionada na órbita da Terra até que os outros Eli voltassem e que os reparos fossem feitos por outra Java. Porém, quando menos esperavam, duas naves Clemer, que estavam na órbita da nossa Lua, perceberam a avaria da Java a atacaram planejando tomá-la e assim obter a tecnologia mais avançada da galáxia.

Daro percebeu a aproximação dos inimigos e solicitou que Alas e Joan se dirigissem ao Eli escaler para serem ejetados. Quando o Eli foi ejetado ao espaço, as naves Clemer tentaram adentrar a Java pelo tubo em que o Eli saiu. Num ato heróico, Daro iniciou o sistema de autodestruição da Java. Na explosão, o Eli foi atingido e jogado para dentro da atmosfera da Terra. As naves Clemer foram atingidas em cheio e alguns pedaços também foram jogados para a atmosfera da Terra. A cabine de uma nave Clemer caiu na cidade de Roswell e foi encontrada por um rancheiro. Seus destroços foram recolhidos pelos militares americanos e a partir deles foram desenvolvidas muitas tecnologias que utilizamos atualmente: como o Laser, o transistor, a fita magnética, entre outros.

O Eli escaler avariado fez um pouso forçado no litoral, na cidade de Chuí. O comandante Alas desembarcou juntamente com o cadete Joan. Debaixo da chuva fria de inverno Joan aguardou na areia. Alas embarcou no Eli e flutuou com ele até alto mar e o afundou a nave para que não fosse encontrada, sepultando sob as águas do sul brasileiro um dos maiores segredos de tecnologia da galáxia.

Joan aguardou por longas horas na areia o retorno de seu comandante, que por um juramento de nunca abandonar uma nave Eli, jamais retornou.

Ao perceber movimentação e vozes, Joan que sabia apenas que na Terra ainda vivia uma civilização bélica e violenta, se evadiu do local e buscou abrigo. Pouco tempo depois foi encontrado por um homem e seu filho, que o adotaram tendo-o como um estrangeiro vítima de algum naufrágio nos tempos de pós- guerra.

Joan passou a se chamar Francisco, sendo conhecido por Chico Boava. Viveu no Brasil até o ano de 2000, quando faleceu, deixando-nos um legado de ensinamentos e tecnologia que podem nos levar a um novo patamar de evolução social, espiritual e tecnológica.

Carta do Autor

capa_livro_domingosIsso é apenas um pequeno trecho de uma história real, simplesmente sensacional, que você pode ler na íntegra, no livro: Roswell – Um Sobrevivente. São mais de 400 páginas e por aqui, escrevemos apenas 1500 palavras até agora 😀 … Imagine o resto!

O livro pode ser adquirido aqui, via PagSeguro, custa R$ 39,00 e é enviado pelo correio. Por gentileza, leia. Você vai se surpreender com tanta informação valiosa.

O site do autor é este.

O perfil dele no Facebook está aqui. Ele é uma simpatia e está disposto a elucidar muitas de suas dúvidas.

Por fim, deixo aqui o assunto abordado por nós na terceira parte da série de vídeos O Salto Quântico, que foi ao ar em 2014. O vídeo abaixo é justamente sobre o contato. Relembre ou veja pela primeira vez. 🙂

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ÚLTIMAS VAGAS, AGORA, MESMO MESMO MESMO! :O

INSCRIÇÕES ATÉ 10/09

capaevrntoface

 

 

2 Comments
  1. Incrível a melhor coisa do dia obrigado por compartilhar isso comprando em 2.31.0 .

  2. Achei muito interessante e convincente o artigo !!
    Desejo receber as novidades do site ….
    Gratidão
    Namaste !!

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