O Momento de Parar e as Consequências Energéticas

Minha vontade era de começar esse artigo com um título do tipo:

“Cientistas descobrem que pessoas que sabem o momento de parar, vivem mais!”.

Só que não, não é possível. Cientistas não se dedicaram a esta pesquisa, ainda.

Nas ferramentas físicas, temos várias opções de aviso.

O corpo, quando em contato com algo demasiadamente grande para lidar, dá centenas de sinais. Corremos demais e nossa respiração encurta; comemos demais e o estômago emite gases para impedir a entrada de mais alimento; trabalhamos demais e o cérebro desliga, num sono incontrolável, e por aí vai.

No campo emocional, o demais é sentido como algo contrário ao estado de paz, alegria, ou felicidade. Um mal-estar geral, que não tem grandes consequências, bem mais sutil que os avisos do corpo. Porém, quando os toques emocionais não são suficientes, nosso amigo emocional envia a tarefa para o corpo e este dá uma pancada em algum local importante. Não é para menos… Ouvidos moucos não funcionam quando o assunto é excesso.

E energeticamente? Como isso se mostra?

Bem, a coisa complica bastante, quanto ao diagnóstico, porque energia não é dissociada nem do corpo físico, nem do corpo emocional. Tudo é energia, mais ou menos densa.

Caso conseguíssemos separar esses corpos e radiografar apenas o campo energético puro, veríamos espaços, manchas, desencaixes, interrupções e em alguns pontos, nenhuma energia.

Excessos para o universo apenas energético são iguais à falta.

Isso é bem simples de entender: o demasiado exige muita energia e como que a “captura”.

Na prática, você come muito de alguma coisa, o corpo quer parar. O emocional começa a dar pistas de excesso e o energético desloca a sua energia para o que está ocupando muito espaço.

Tem café demais no seu organismo? Sua energia é drenada para lá e sai de você.

Tem trabalho demais no seu organismo? Sua energia é drenada para lá e sai de você.

Tem alguém demais no seu entorno? Sua energia é drenada para lá e sai de você.

O Universo trabalha com economia e transferência. Se algo ocupa muito espaço significa que é importante demais para não estar abastecido.

Isso vale para seus problemas.

O foco de atenção desloca a energia de você para a questão e a mágica acontece: o problema cresce, fica forte e vitaminado!

Quando não prestamos atenção nisso, damos alimento às coisas que menos queremos ao nosso redor. O sujeito que bebe demais gera excesso, desloca a energia dele para a bebida e o conceito BEBIDA passa a ser mais forte como um todo, não para ele, apenas, mas para o mundo. Raiva demais alimenta a raiva, polaridade demais alimenta polaridade. O que sentimos em nós, caso seja compreendido pelo Universo como importante, não se perderá, se deslocará. Isso vale para tudo e não tem exceção. É uma constante, porque o julgamento nos pertence, não ao Universo.

Tomemos consciência desses processos, para controlá-los, evitá-los ou aumentá-los, quando for o caso.

Felicidade demais também drena energia, porém, alimenta mais felicidade para todos. Aí, vale!

Percebeu como funciona?

Muito bem, use, abuse e Seja Luz!

6 Comments
  1. Uma regrinha tão simples, mas tão difícil de ser praticada. A tentativa de mudança e a consciência desse mecanismo já ajuda bastante! Ótima colocação para refletir e praticar. Gratidão!

  2. Essa energia que drena pra onde precisa no organismo, chega a nos faltar?pois lembro de uma live onde você disse que nossa energia não tem limites e que podemos enviar sem economia a quem precisa ..

    • A energia que NÓS usamos em NOSSAS atividades é reposicionada para FORA ou para o que entendemos como mais importante. Como sempre, somos NÓS que comandamos isso, caso tenhamos consciência.
      A Energia do Universo é constante e pode ser usada sempre que necessitarmos. Não faltará NUNCA a NÓS, caso saibamos o que estamos fazendo e entendamos o processo.

  3. Ouvir mais e ter atenção aos sinais que nosso corpo emite, certamente fará grande diferença em todos os aspectos de nossa existência. É um treino diário…

  4. Gratidão ❤️✨

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