O Jugo do Julgamento

O jugo é uma peça usada na tração, que une duas ou mais criaturas para que fiquem em uma situação de paridade forçosa e sejam comandadas por alguém que estabelece as condições de ritmo e direção.
O peso se concentra na região da nuca / pescoço e derivou do sânscrito, mesma origem da palavra garganta.
Notem a semelhança com julgo. Nossos julgamentos são normalmente expressos com uma voz, tanto interna quanto aquela sonora ou traduzida na escrita.
A nossa voz interna tem um árduo trabalho pela frente de alinhamento com os propósitos do Novo Ciclo. Porque o padrão do julgamento foi exercitado exaustivamente por milhares de anos.
É muito desafiador buscar a não dualidade, geralmente, os pensamentos e sentimentos mais tóxicos controlam nossas reações.
Estabelecer metas inalcançáveis de perfeição só nos deixaria bastante frustados. Então, o que podemos fazer de imediato?!
Ao menos sermos responsáveis com aquilo que expressamos através do chakra laríngeo, com as ideias e propostas que transmitimos, escrevendo, proseando. Principalmente, no diálogo interno.
Não se pode comparar dois seres no que tange ao desenvolvimento. Nem o mesmo ser em suas diferentes fases de vida porque todas as individualizações estão em contínua transformação. Discernir com sua Consciência é muito diferente de julgar com o Ego.
Por 13 mil anos, a Terra se consolidará como de planeta de pleno desenvolvimento de potencial com vistas ao coletivo. Não julgar é a primeira premissa do Novo Ciclo.
Os nossos julgamentos carregados de dualidade expressos assim são um grande peso, como verdadeiros jugos. Jugo sobre nós mesmos. Jugo sobre os outros.
– Esta arrogância da comparação já é o inverso da segunda premissa: a humildade.
– Sob o peso deste jugo, fica inviável a prática da terceira premissa: não fazer nada contra a Lei do Amor que “contém o princípio da não resistência e segue o curso da menor resistência.”
– Parafraseando o Codex, nos distancia do quarto princípio da não resistência: que significa “ir ao encontro do seu verdadeiro fluxo de energia, movendo-se pelas situações.”
– E o que dizer da última das 5 premissas básicas: não fazer nada contra a Lei da Misericórdia?
São as 5 bases de todas as outras leis deste Ciclo (Codex). Julgar vai na contramão dos que desejam permanecer se desenvolvendo neste planeta.
Mas, ouça sua Essência mais pura e verdadeira e perceba que se você está aqui neste momento chave da evolução planetária é porque tem toda a capacidade para tornar o não julgar tão natural quanto respirar. Retire este jugo de si mesmo e dos outros. Respire aliviado e caminhe livre. Com o coração leve, preenchido apenas por aquilo que nunca nos pesa: Luz. Sem “julgo”… Seja Luz.
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