O hábito que nos habita

HábitoComo conseguir nos desvencilhar de antigas práticas, que apesar de válidas e úteis até bem pouco tempo, já não são mais necessárias no agora que vivemos? Como conviver com a barreira que distancia as individualizações do empoderamento de suas capacidades e de suas possibilidades?

Desde que o nosso planeta entrou no novo ciclo planetário, no início de 2013, muito temos falado, escrito e trabalhado sobre o desapego, mas até para os mais hábeis, isto não é fácil.

A 12ª. Lei do Codex, A Lei da Mudança, conceitua que:

“Nada permanece da forma como se iniciou. Tudo está em constante transformação e modificação, sendo isto válido para todas as dimensões.”

No entanto, mesmo conscientes disto, somos sabotados a cada instante pelo hábito que mora dentro de cada um nós.

Repetimos as mesmas fórmulas, os mesmos comportamentos, os mesmos vícios e, quando nos damos conta, deixamos as transformações se apequenarem num mar de próximos instantes.

habitoFazemos os mesmos caminhos, frequentamos os lugares de sempre, privilegiamos as mesmas escolhas e pessoas, pelo conforto que o conhecido nos proporciona.

E estranhamos quando algo sai da rotina, quando o outro se posiciona de uma forma inusitada, quando o comportamento de alguém se modifica…

No entanto, se nos campos emocional e mental essa resistência persiste, no campo físico as nossas células continuam a se renovar independentemente da nossa aprovação, autorização ou vontade.

Em determinadas ocasiões extremas, o nosso cérebro, esse formidável desconhecido, por interferência de uma substância qualquer, que ainda será identificada e manipulada pela ciência, provoca uma espécie de descarga que subverte a “ordem” que estabelecemos e altera o rumo comportamental instituído.

Ao que a ciência atual credita como desvio, pode ser o mais desesperado pedido de socorro que o instrumento corpo, como matéria densa, mas necessária à vida nas condições terrestres, está emitindo para que afrouxemos a rédea do controle e da resistência ao novo, ao transformador, às mudanças.

Assim como são necessárias campanhas para mobilização em torno de uma causa, precisamos movimentar as nossas campanhas íntimas no sentido de ficarmos sempre atentos aos hábitos que nos habitam, para podermos dar chance a que outras capacidades aflorem e se desenvolvam.

A nossa expansão no sentido da Luz é constante, mas com a nossa consciência nesse caminhar ela poderá ser ajustada adequadamente aos novos desígnios deste ciclo!

Seja Luz!

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1 Comment
  1. Fácil e conhecida é a rotineira vida…. mas o momento pede mudança de paradigmas. Busco ter um coração aberto e amoroso. E, luz para o caminhar. Grata, Iara.

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