Guerras e Rumores de Guerra

Essa semana de 2019 testou nossos limites. Não que o ano esteja sendo fácil. A hashtag #cancela2019 está circulando nas redes sociais a todo vapor e com motivo.

Entre quarta-feira (13) e hoje, sexta (15), aconteceram episódios “aparentemente isolados”, como:

13/03

Lagos, Nigéria: o prédio de uma uma escola primária desabou, soterrando centenas de crianças.

Suzano, Brasil: dois homens invadem um escola pública causando a morte de 10 pessoas, incluindo os dois atiradores.

14/03

Telaviv, Israel: a cidade é atingida por dois mísseis.

15/03

Faixa de Gaza, 70 km de Telaviv: o exército de Israel lança mísseis em retaliação ao primeiro ataque. O Hamas, que ocupa a região, nega que tenha lançado os mísseis na madrugada anterior.

Christchurc, Nova Zelândia: duas mesquitas são atacadas simultaneamente, enquanto os fiéis estavam ajoelhados, rezando. Um dos ataques foi parcialmente transmitido ao vivo, pelo próprio atirador, pelo Facebook. Até o momento da publicação deste artigo, foram identificados 49 mortos.

Não; as ocorrências da semana não são “aparentemente isoladas”, mesmo que envolvam um soterramento. Podemos colocar no mesmo balaio Brumadinho e o ataque às mesquitas; o soterramento na Nigéria e os mísseis em Telaviv – recebidos ou enviados.

A estrutura está se desmanchando. A Terra Velha está ruindo debaixo dos pés de cada um de nós e não é para formar a Nova Terra: é para engolir e abrigar os que ficarão nela.

Desde 2013 estamos falando sobre isso. Em 2017 fizemos uma palestra “assustadora” falando de tempos de disruptura. Neste tempo, as pessoas andariam por aí como zumbis, fazendo coisas que nunca fariam e isso viria em dois movimentos: do fluxo da malha energética do planeta para os habitantes e dos habitantes para o fluxo da malha energética do planeta, num processo de retroalimentação.

Quando isso foi dito, pareceu banal. Afinal, o mundo não estava simples e muitas coisas horrendas já estavam acontecendo. Mas… FAZER UM ATAQUE A UMA MESQUITA COM UMA CÂMERA NA CABEÇA PARA TRANSMITIR SIMULTANEAMENTE PARA O FACEBOOK? Isso parece fora da curva.

Esse artigo não é para falar: “TE DISSE, NÃO TE DISSE?” nem para provar que já fomos avisados e estamos cansados de panfletar sobre o assunto.

Esse artigo é para dizer que estamos no começo, na tenra infância dos tempos de disruptura nos quais tudo vai desmoronar e se você, neste agora, está mole e maleável, com uma massa interna que tem mais areia do que cimento e sem uma viga de ferro para te deixar de pé, vai sofrer muito, energeticamente.

A viga de ferro representa seus princípios e valores. Você está cuidando disso? Você tem uma coluna interna estabelecida com bases no Bem e na Unidade? Eu sei que vai falar que tem. Mas há que cuidar dos pontos de ferrugem, trazidos pelo julgamento, pela escolha infinita de um dos lados da dualidade, pela incerteza e descrença na Fonte. Se você é daqueles que acha que “dá jeito” e que resolve sozinho e não se coloca a serviço da Fonte, está enferrujado e enferrujando.

A areia é o conhecimento que você vai juntando. Tudo o que você consome para se desenvolver pessoal e espiritualmente.

A água é o que você oferece ao mundo energeticamente. Se guarda consigo mesmo o que tem, há muita água em você. Se dá tudo, fica seco, quebradiço, desnutrido energeticamente. A água nem deveria ser uma preocupação. Ela mesma se equilibra quando o fluxo é constante, mas se você é egoísta e segura para si, regulando “quem merece e quem não merece minha energia e afeto”, ou tem “complexo de salvador”, E ISSO, CONSCIENTEMENTE, terá problemas.

O cimento, por sua vez, é o que amalgama, junta a areia e a água. São os reforços práticos para a bela teoria que você não para de adquirir. O que você lê, ouve, escuta, assiste em termos de desenvolvimento pessoal, tem que ser USADO, para si e para os outros, com você, primeiro e com os seus pares – tudo o que existe neste mundo tridimensional. Há que se colocar em prática o conteúdo para blindar sua coluna, seu eixo de valores e torná-la sólida.

E como porta-voz de um aviso importante, me coloco neste momento numa posição definida e definitiva:

Pare de fazer o que está fazendo e trate de finalizar, momentaneamente, sua construção interna, ou reforma, se for o caso. Chega de mais massa. É hora de deixar que tudo o que juntou solidifique, para que você que esteja pronto para a próxima etapa.

Use o máximo de tempo, num mínimo de dias, para avaliar se há pontos de ferrugem em sua coluna, para drenar a água em excesso ou adicionar mais se for o caso, e para dosar o cimento que empregará. E deixe-se secar.

Num próximo tempo, você continua a reforma ou construção. Nunca será demais, aprender e apreender. Tudo está disponível, mas para isso, você precisa estar de pé. E é disso que eu espero que cuide.

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