Falando sobre Ufologia – Resumo do Encontro Ufológico – Parte 2

Segunda Palestra: Início às 10:00 horas

Seres Humanos: Ratos de Laboratório ou Criadores em Potencial?

Palestrante:

Carlos Casalicchio, Executivo de Tecnologia, Grafólogo e Ufólogo.

Resumo:

O tema central da palestra girou em torno do assunto das abduções e como a hipnose tem sido utilizada para recobrar informações não lembradas pelo abduzido.

Na maior parte das vezes, a pessoa não sabe que foi abduzida. Porém existem algumas pistas, como: marcas que aparecem no corpo (geralmente três pontinhos); paralisia do sono; sonhos com extraterrestres; despertar mais cansado que no dia anterior; músculos da panturrilha doloridos; perda da noção de tempo (acordado); sonhos parcialmente fantasiosos; medo do escuro; sensação de estar voando; visualização de bolas de luz; medo de algum canto específico da casa; avistamentos de OVNIs por gerações inteiras; deitar com os pés limpos e levantar com os pés sujos; dormir com uma roupa e levantar com outra; doença desconhecida que depois some.

Conclusões de alguns estudiosos sobre as abduções:

David Jacobs: As abduções não são só experimentos. Os extraterrestres não estão nos estudando. Este é um programa com começo, meio e fim e dirigido a objetivos. Sugere-se que seja um programa de integração com híbridos (indivíduo resultante do cruzamento natural ou artificial de espécies diferentes). Não sabemos o porquê.

Budd Hopkins e John Mack: Fenômeno híbrido e de reprodução. Alertas sobre perigos no planeta. Comprometidos em mudar o ambiente. Porém os dois estudiosos divergem quando quantificam os adultos abduzidos nos USA: para Budd Hopkins seriam 3,7 milhões enquanto que para John Mack, 560.000.

Gilda Moura: Muito se fala que a hipnose influencia a mente do abduzido e os seus relatos. Porém, os relatos mostram padrões semelhantes, mesmo em nível consciente. Conclui que a memória do abduzido é um registro diferente de outras memórias e que o conhecimento retido é diferenciado e não contaminado pelo meio.

Yvonne Smith: As abduções são físicas e reais. A hibridação é um programa central. As abduções não param, por gerações.

Outros estudiosos de abduções e hipnoterapeutas: Dolores Cannon, Barbara Lamb, Mario Rangel, Claudio Brasil, Carlos Casalicchio.

Por que os humanos são abduzidos? Até agora ninguém sabe, pois os abduzidos não perguntam e nem os extraterrestres se manifestam a respeito. As premissas levantadas são: existem várias agendas e propósitos, dependendo do foco de interesse de cada civilização; integração social e hibridação; treinamento; acompanhamento evolutivo; orientação.

Conclusões:

– Existem os que inventam. Existem os que provam. Existem as experiências. Existem os aprendizados.

 

Terceira Palestra: Início às 11:00 horas

Preparação para o Contato

Palestrante:

Mônica de Medeiros, Médica cirurgiã, formada pela Unicamp, com especialização na Universidade de Illinois, em Chicago – USA e membro da Sociedade Internacional de Cirurgia. Fundadora da Casa do Consolador, sociedade espírita sediada em São Paulo. Ufóloga.

Resumo:

Mônica de Medeiros iniciou a palestra contando sobre a sua infância e formação em uma família espírita, suas primeiras experiências com seres extraterrestres e o seu caso de abdução, onde teve óvulos retirados.

Falou sobre a grandeza do Universo, onde até agora sabemos da existência de mais de 200 bilhões de sóis de Galáxias.

Citou o Projeto TRAPPIST, da Universidade de Liège, na Bélgica, que conta com um telescópio no Chile e outro no Marrocos para detectar e caracterizar planetas de outros sistemas solares. Em maio de 2016, os pesquisadores haviam descoberto três planetas girando em torno de uma estrela chamada Trappist-1, de tamanho pouco maior que Júpiter, que dista da Terra 40 anos luz . Para obterem maiores dados, os cientistas recorreram à NASA, que com seu telescópio espacial Spitzer, em Janeiro de 2017 anunciou serem sete, e não apenas três, os planetas e que todos eles são rochosos, de tamanho semelhante ao da Terra e em que três deles se situam na zona habitável de sua estrela, onde não é nem tão quente nem tão frio, havendo a possibilidade de existir água no estado líquido.

Salientou a evidência da passagem de outras civilizações pelo nosso planeta, desde a mais remota antiguidade, passando pela Escola da Renascença, onde artistas retrataram naves em suas obras e a moeda francesa do século XVI com uma nave sobrevoando Paris. Durante o período da Revolução Industrial, o predomínio da ciência fez com que desaparecesse da arte os registros de UFOs. Foi no pós-segunda guerra mundial que o medo instaurado exigiu um novo paradigma. Quando estamos prontos, o homem começa a ver naves.

No Brasil, a Ufologia começa a ser estudada a partir dos anos 50, com registros de casos de abdução e contato.

Segundo sua teoria, os abduzidos seriam voluntários do Projeto Nova Raça: seres com compromissos cármicos, doadores de material genético, com desenvolvimento das faculdades mediúnicas e visando a expansão da empatia com a Terra.

Na maioria dos casos, as abduções ocorrem mais de uma vez na mesma família, existe ascendência e descendência, inicia-se na infância, apresentam inúmeros eventos durante a vida e a maior ocorre em projeção astral.

Os abduzidos e os contatados seriam pessoas especiais? Qual sua missão? Por que eles e não outros? Talvez essas perguntas sejam respondidas considerando no critério de escolha a lei da afinidade / lei da causalidade, conforme o mapa genético das diferentes raças visitantes.

Falou também sobre a importância de estarmos atentos para não entrarmos no reducionismo das questões: todos os ETs são bons? Todos os ETs são invasores? A evolução tecnológica é proporcional à evolução moral? Todo fenômeno ufológico se dá na 3D? Tudo deve ser provado dentro das leis da matéria? Devemos ter cuidado com a Ufolatria, pois ET não tem religião.

Os contatos também evoluíram.

A partir do ano 2000 o DNA dependente torna-se cada vez menos importante. Vê uma nave quem se sintoniza com os extraterrestres e há a criação de um campo morfomagnético.

A partir de 2010 verifica-se uma mudança na rotina das abduções e dos contatos, pois os bloqueios hipnóticos tornam-se mais fracos, as lembranças mais claras e com informações consistentes. Os jovens e adultos buscam informação, mas as crianças creem.

O projeto contato tem várias fases: a primeira seria da observação, a segunda da abdução/contato, a terceira da criação de híbridos, a quarta da ativação e a quinta do contato em massa.

Quem fará contato em massa primeiro? Serão os extraterrestres “bons” ou os “destruidores”? Isto dependerá da massa crítica, pois temos o poder de mudar quem somos.

Encerrando sua palestra, Mônica de Medeiros mostrou um filme onde foram acionados 32 metrônomos (relógio que mede o tempo do andamento musical), ao mesmo tempo, com pulsos de duração diferentes. Depois de algum tempo, devido ao fenômeno da ressonância, todos passaram a seguir o mesmo ritmo.

 

Quarta Palestra: Início às 14:00 horas

Fundamento do Exodireito – Nosso Futuro Relacionamento

Palestrante:

Flori Antonio Tasca, Advogado, com doutorado em Direito das Relações Sociais pela Universidade Federal do Paraná, Diretor Científico do Instituto Flamma.

Resumo:

As nossas ciências devem ser entendidas a partir de uma nova perspectiva de vida inteligente no Universo. Segundo Justiniano (imperador bizantino): “Onde existe ser humano há sociedade e onde há sociedade há o direito.”.

O palestrante enunciou as evidências da existência de outras sociedades, citando de início a Equação de Drake, usada para estimar o número de civilizações extraterrestres ativas em nossa galáxia Via Láctea, com as quais poderíamos ter chances de estabelecer comunicação, primeiramente prevista em 7.000 e hoje em 25.000 civilizações.

Mencionou também:

– Giordano Bruno, com a célebre frase, em seu livro Acerca do Universo e dos Mundos: “Deus é infinito e deu oportunidade a todos os locais”.

– Erick Von Daniken, com o livro de 1968: Eram os Deuses Astronautas?

– Zecharia Sitchin, livro O 12º. Planeta, teoria da experiência genética realizada há 450.000 anos que introduziu o homem na Terra.

– Cel. Ariel Sánchez Ríos, que, no Uruguai, faz parte da comissão de estudos sobre vida extraterrestre.

Se nós estamos na iminência de nos relacionarmos com outras sociedades, devemos estabelecer as normas de conduta que deverão ser seguidas.

A Exopolítica, termo inventado por Alfred Webre, é o conjunto de regras aplicáveis ao convívio das diferentes civilizações interplanetárias.

Segundo o Prof. Michael Salla, pioneiro no desenvolvimento da Exopolítica, em 1954 houve um tratado entre os EUA e um povo alienígena para a rendição da humanidade, em troca de avanço tecnológico.

No campo do Direito existem muitos estudos sendo realizados em diversos países, para resolver questões como, por exemplo, a abdução que é um sequestro e isto é um crime. Como se estabeleceria um vínculo de parentesco de um híbrido gerado a partir da retirada de esperma ou óvulos de um abduzido? Como seriam as relações familiares?

Para se ter uma ordem galáctica precisamos de população, território e leis. Como se dará o comércio? Responsabilidade por danos? Princípio da dignidade humana?

O Exodireito seria um meio para a integração pacífica e progressiva da humanidade no convívio galáctico.