Acenda sua Luz e ascenda!

levezaDe modo suave, você pode sacudir o mundo.” – Mahatma Gandhi.

Nossa terceira dimensão é um grande campo de experimentação, nela trabalhamos à exaustão tempo e espaço, dualidade, livre arbítrio. E há uma concretude nas nossas manifestações que nos encanta ou aflige. Tal como um jardim de infância, onde os professores recorrem a objetos para que os pequenos treinem abstrações no aprendizado da matemática e geometria: pedrinhas, bolas, blocos de montar, dobraduras.

Na transição entre a terceira e a quinta dimensões, durante 13 mil anos, iremos nos conscientizar cada vez mais de que nossos sentimentos e pensamentos são tão reais quanto nossas ações tangíveis, e não apenas abstrações desconexas. Muitos deles são tão pesados quanto chumbo, o medo por exemplo, estagnante corrente impiedosa, gaiola de sonhos. Outros, cuja frequência é alta nos dão asas, visão do antes inalcançável, habilidade de transcender tempo / espaço: gratidão, misericórdia, Amor.

Isto não é novidade, mas a maioria de nós se comporta como se tivesse pulado esta lição. No estágio em que nosso Querido Planeta chegou não há sustentação possível para negligências e delegação da responsabilidade e autonomia que nos cabem, somos cocriadores da realidade.

E como já entendemos que não devemos tacar bloquinhos nem pedras nos colegas, nem em nós mesmos, na prática, a leveza deve fazer parte do nosso cotidiano. Dispomos de todas as ferramentas pentadimensionais para esta condição: a vivência das leis do Novo Ciclo (Codex), o Exercício do Espaço do Coração (EC) e o Alinhamento Energético.

Num post que circulou na rede social lia-se: “sempre dá ‘pra’ ser mais leve. ” Comigo, algumas âncoras funcionais e lúdicas ajudam bem, e deixo como sugestões:

  • água. A principal e mais testada e eficaz é tomar água, muita água, já abençoando todas as emanações de bem-estar, lucidez e integração que este elemento nos traz.
  • imagem: lá dentro do EC, visualize que de seu chacra do timo uma imensa figura é projetada (igual a de um super-herói), algo que lhe transmita serenidade: arco-íris, um smile feliz, lótus, algum símbolo sagrado.
  • animais: procure observar quais deles instigam calma em você e aprenda a se resgatar de uma sisudez auto imposta e estéril: beija-flor, macacos, golfinhos, borboletas, etc. Transmute-se em situações críticas.
  • música: que evoque no seu âmago a mais profunda leveza, trilha sonora de paz. Comprometa-se a cantarolar nem que seja só na imaginação, quando tiver que lidar com contextos turbulentos. A minha é de uma das cenas mais bonitas que já vi num desenho: a ascensão do mestre Oogway. *

Oogway tinha um modo muito próprio de sentir a vida e tudo que nela acontecia: fluindo, sem resistência alguma e dizia sempre: “não existem coincidências” (acasos). A aceitação que exemplificou ao longo do filme Kung Fu Panda era bem consciente e repleta de sabedoria, confirmada nos seus atos. Outra lição que deixou foi:

“O passado é história; o futuro é um mistério; e o presente é uma dádiva: por isso se chama presente”.

É neste aqui e neste agora, que deixando nossos corações bem leves, temos o privilégio de ascendermos e acender o que verdadeiramente somos: LUZ.

SEJA LUZ!

 

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